quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Crítica Construtiva
Crítica ConstrutivaA crítica pode ser entendida como toda a observação específica referente a um determinado comportamento, que encoraja uma pessoa a melhorá-lo, reforçá-lo ou desenvolvê-lo A crítica pode ser positiva ou negativa. A positiva reforça o comportamento; a negativa visa corrigir ou melhorar o comportamento ou desempenho de baixa qualidade ou insatisfatório. Ambas devem ser construtivas. Assim sendo, deve-se evitar: a) a inexistência de crítica positiva, ou seja, o não reconhecimento do desempenho; b) que a crítica negativa torne-se destrutiva. 10 LEMBRETES SOBRE A CRÍTICA CONSTRUTIVA 1) Analisar a situação Ter bem claro o quê, no comportamento e desempenho, precisa ser mudado, e por quê. 2) Determinar o objetivo e o seu efeito Ordenar sempre de forma positiva. Ex.: estabelecer uma data específica para a entrega de um trabalho é mais eficaz do que dizer para a pessoa não se "atrasar". 3) Ajustar-se à receptividade A tolerância com relação à crítica pode ser expressa da seguinte maneira: "baldes", "copos", "cálices". Os baldes estão totalmente abertos à crítica; os copos nem tanto; os cálices menos ainda. Para cada tipo de pessoa uma postura diferente. 4) Criar ambiente propício Saber o momento oportuno de fazer uma observação. Se a situação estiver conturbada, perder-se-á tempo e trabalho. 5) Comunicar-se efetivamente Na captação de uma mensagem, (7%) refere-se às palavras, (38%) refere-se à voz e ao seu volume e (55%) refere-se à linguagem corporal, que são os gestos e expressão do rosto. 6) Descrever o comportamento que deseja mudar É essencial que a pessoa, primeiro, compreenda qual é o ponto. Depois, que ela aceite que haja um problema. E, finalmente, que ela aceite que haja necessidade de mudar. O importante é concentrar no que deve ser mudado. Evitar comentário sobre a personalidade, tais como "você deve relaxar mais, não levar as coisas tão a sério". 7) Descrever o comportamento desejado É muito importante deixar claro o comportamento ou desempenho que deseja que a pessoa apresente no futuro. Por exemplo, diga "eu quero que você responda ao telefonema do cliente em 24 horas". 8) Procurar soluções conjuntamente Num excesso de serviço. Por que não subdivide as tarefas? O que você poderia fazer diferente? E ajudar a explorar essa área do problema. 9) Concentrar-se naquilo que acha bom O que importa é o crescimento do grupo e da sociedade. 10) Chegar a um acordo Não forçar uma pessoa a mudar seu comportamento; pode-se ajudá-la e encorajá-la, mas apenas a pessoa pode efetivamente executar a mudança. Fonte: BEE, Roland e BEE, Frances. Feedback. Tradução de Maria Cristina Fioratti Florez. São Paulo: Nobel, 2000. |
Crítica
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Em jornalismo, crítica é uma função de comentário sobre determinado tema, geralmente da esfera artística ou cultural, com o propósito de informar o leitor sob uma perspectiva não só descritiva, mas também de avaliação.
A crítica é feita pelo crítico, jornalista ou profissional especializado da área, que entra em contato com o produto a ser criticado e redige matérias ou artigos apresentando uma valoração do objeto analisado. Em geral, o crítico não pode apresentar uma avaliação puramente subjetiva, mas também deve apresentar descrição de aspectos objetivos que dêem sustentação a seus argumentos.
Alguns críticos, como os de cinema por exemplo, costumam encerrar suas matérias atribuindo notas ou conceitos (como estrelas, pontos ou bonequinhos) à obra criticada.
Normalmente, as empresas que produzem ou comercializam estas obras tentam cooptar o crítico para obter avaliações positivas, às vezes ofertando presentes e outras barganhas ao jornalista, o que envolve uma questão ética por parte dos profissionais envolvidos.
O tipo mais comum de crítica é a Crítica Cultural, embora a rigor haja também críticas a todo tipo de produto ou serviço disponibilizado ao público. De acordo com a sua credibilidade, críticos podem alavancar ou destruir carreiras de muitos profissionais. Daí a importância da responsabilidade com que devem encarar o seu poder.
Crítica literária
Um dos primeiros tipos de crítica a surgir na imprensa foi a crítica literária, dedicada a analisar livros, romances, poemas e outras obras de Literatura. No século XIX, escritores como Victor Hugo, Émile Zola e Machado de Assis faziam crítica literária ao mesmo tempo em que publicavam seus próprios trabalhos.
Diferente do que acontece em outras áreas, vários autores consagrados exerceram (e até hoje exercem) crítica literária, comentando trabalhos de colegas e, por vezes, passando de vidraça a atiradores de pedras. Este tipo de inversão de papéis, entretanto, é menos comum nas outras críticas (como cineastas fazendo crítica de cinema, por exemplo).
Crítica de arte
A crítica de arte é voltada para artes plásticas e as chamadas belas artes. No Brasil, entre outros, podem ser citados os seguintes críticos de arte: Angelo Agostini, Gonzaga Duque, Pardal Mallet, Oscar Guanabarino, Mário Pedrosa, Sérgio Milliet, Lourival Gomes Machado, Lisetta Levi, Geraldo Ferraz, Aracy Amaral, Olívio Tavares de Araújo, Paulo Mendes de Almeida, Clarival do Prado Valladares, Ferreira Gullar, Sheila Leirner, Mário Schenberg, Ronaldo Brito, José Roberto Teixeira Leite, Carlos Roberto Maciel Levy, Lisbeth Rebollo Gonçalves. A instituição nacional que reúne a categoria é a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) segmento da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA).
Crítica de cinema
A crítica de cinema é comum e muitas vezes orienta o espectador a assistir ou não a determinado filme.
A revista francesa Cahiers du Cinéma é uma publicação especializada em críticas de filmes.
Entre os críticos de cinema consagrados no mundo, há ou houve André Bazin, Pauline Kael, Roger Ebert (EUA).
No Brasil, críticos de cinema notáveis são ou foram Moniz Vianna, Luiz Carlos Merten, Celso Sabadin, Marcelo Janot, Kleber Mendonça Filho, Inácio Araujo.
Crítica de música
No Brasil, alguns críticos de música são Tárik de Souza, João Máximo, Artur Dapieve, Sílvio Essinger, Lúcio Ribeiro, João Marcos Coelho, José da Veiga Oliveira,João da Cunha Caldeira Filho e Arnaldo Senise.
Entre os mais antigos, Alexandre Levy, Oscar Guanabarino e, sem dúvida, Mário de Andrade.
Crítica de teatro
Inaugurando a crítica compromissada com os rumos do Teatro Brasileiro, está Décio de Almeida Prado. Além de crítico do jornal O Estado de S.Paulo, Décio foi editor do Suplemento Literário, do mesmo jornal, onde escreveram, entre diversos nomes, Antônio Cândido e Paulo Emílio Salles Gomes. Professor da cadeira de História do teatro da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, ele se dedicou à carreira acadêmica depois de se decepcionar com o meio artístico brasileiro, quando seu nome foi associado a setores que apoiavam a ditadura militar, por conta das posições políticas do jornal em que trabalhava.
Crítica de TV
A forma como a televisão interage na realidade social à qual ela se insere retoma a problemática sobre a capacidade que este meio de comunicação tem de alienar ou promover uma reflexão crítica sobre a realidade. É o meio de comunicação mais importante que existe.
Conceituação filosófica
O termo crítica provém do grego crinein, que significa separar, julgar. É um ato do espírito que preserva o que merece ser afirmado e põe em dúvida a pretensão daquilo que vai além de seu domínio de aplicação e, portanto, não merece ser afirmado. A crítica é um julgamento de mérito: tal julgamento é estético, se contempla uma obra de arte; lógico, se contempla um raciocínio; intelectual, se contempla um conceito, uma teoria ou um experimento; moral, se contempla uma conduta. Esse julgamento de mérito é fruto de uma atividade da razão, esse poder de distinguir o verdadeiro do falso, que age como uma espécie de tribunal. Ele pode tomar por objeto a própria razão, pelo exercício da crítica da razão, separando, distinguindo o domínio dentro do qual a razão pode ser exercida daquele em que ela delira a cada vez que pretende conhecer o absoluto, aquilo que tem sua razão de ser em si mesmo e a que não corresponde nada de sensível. Pertencendo à ordem de um ato de espírito que duvida antes de afirmar, a crítica pertence, então, à ordem da liberdade de espírito.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Em jornalismo, crítica é uma função de comentário sobre determinado tema, geralmente da esfera artística ou cultural, com o propósito de informar o leitor sob uma perspectiva não só descritiva, mas também de avaliação.
A crítica é feita pelo crítico, jornalista ou profissional especializado da área, que entra em contato com o produto a ser criticado e redige matérias ou artigos apresentando uma valoração do objeto analisado. Em geral, o crítico não pode apresentar uma avaliação puramente subjetiva, mas também deve apresentar descrição de aspectos objetivos que dêem sustentação a seus argumentos.
Alguns críticos, como os de cinema por exemplo, costumam encerrar suas matérias atribuindo notas ou conceitos (como estrelas, pontos ou bonequinhos) à obra criticada.
Normalmente, as empresas que produzem ou comercializam estas obras tentam cooptar o crítico para obter avaliações positivas, às vezes ofertando presentes e outras barganhas ao jornalista, o que envolve uma questão ética por parte dos profissionais envolvidos.
O tipo mais comum de crítica é a Crítica Cultural, embora a rigor haja também críticas a todo tipo de produto ou serviço disponibilizado ao público. De acordo com a sua credibilidade, críticos podem alavancar ou destruir carreiras de muitos profissionais. Daí a importância da responsabilidade com que devem encarar o seu poder.
Crítica literária
Um dos primeiros tipos de crítica a surgir na imprensa foi a crítica literária, dedicada a analisar livros, romances, poemas e outras obras de Literatura. No século XIX, escritores como Victor Hugo, Émile Zola e Machado de Assis faziam crítica literária ao mesmo tempo em que publicavam seus próprios trabalhos.
Diferente do que acontece em outras áreas, vários autores consagrados exerceram (e até hoje exercem) crítica literária, comentando trabalhos de colegas e, por vezes, passando de vidraça a atiradores de pedras. Este tipo de inversão de papéis, entretanto, é menos comum nas outras críticas (como cineastas fazendo crítica de cinema, por exemplo).
Crítica de arte
A crítica de arte é voltada para artes plásticas e as chamadas belas artes. No Brasil, entre outros, podem ser citados os seguintes críticos de arte: Angelo Agostini, Gonzaga Duque, Pardal Mallet, Oscar Guanabarino, Mário Pedrosa, Sérgio Milliet, Lourival Gomes Machado, Lisetta Levi, Geraldo Ferraz, Aracy Amaral, Olívio Tavares de Araújo, Paulo Mendes de Almeida, Clarival do Prado Valladares, Ferreira Gullar, Sheila Leirner, Mário Schenberg, Ronaldo Brito, José Roberto Teixeira Leite, Carlos Roberto Maciel Levy, Lisbeth Rebollo Gonçalves. A instituição nacional que reúne a categoria é a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) segmento da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA).
Crítica de cinema
A crítica de cinema é comum e muitas vezes orienta o espectador a assistir ou não a determinado filme.
A revista francesa Cahiers du Cinéma é uma publicação especializada em críticas de filmes.
Entre os críticos de cinema consagrados no mundo, há ou houve André Bazin, Pauline Kael, Roger Ebert (EUA).
No Brasil, críticos de cinema notáveis são ou foram Moniz Vianna, Luiz Carlos Merten, Celso Sabadin, Marcelo Janot, Kleber Mendonça Filho, Inácio Araujo.
Crítica de música
No Brasil, alguns críticos de música são Tárik de Souza, João Máximo, Artur Dapieve, Sílvio Essinger, Lúcio Ribeiro, João Marcos Coelho, José da Veiga Oliveira,João da Cunha Caldeira Filho e Arnaldo Senise.
Entre os mais antigos, Alexandre Levy, Oscar Guanabarino e, sem dúvida, Mário de Andrade.
Crítica de teatro
Inaugurando a crítica compromissada com os rumos do Teatro Brasileiro, está Décio de Almeida Prado. Além de crítico do jornal O Estado de S.Paulo, Décio foi editor do Suplemento Literário, do mesmo jornal, onde escreveram, entre diversos nomes, Antônio Cândido e Paulo Emílio Salles Gomes. Professor da cadeira de História do teatro da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, ele se dedicou à carreira acadêmica depois de se decepcionar com o meio artístico brasileiro, quando seu nome foi associado a setores que apoiavam a ditadura militar, por conta das posições políticas do jornal em que trabalhava.
Crítica de TV
A forma como a televisão interage na realidade social à qual ela se insere retoma a problemática sobre a capacidade que este meio de comunicação tem de alienar ou promover uma reflexão crítica sobre a realidade. É o meio de comunicação mais importante que existe.
Conceituação filosófica
O termo crítica provém do grego crinein, que significa separar, julgar. É um ato do espírito que preserva o que merece ser afirmado e põe em dúvida a pretensão daquilo que vai além de seu domínio de aplicação e, portanto, não merece ser afirmado. A crítica é um julgamento de mérito: tal julgamento é estético, se contempla uma obra de arte; lógico, se contempla um raciocínio; intelectual, se contempla um conceito, uma teoria ou um experimento; moral, se contempla uma conduta. Esse julgamento de mérito é fruto de uma atividade da razão, esse poder de distinguir o verdadeiro do falso, que age como uma espécie de tribunal. Ele pode tomar por objeto a própria razão, pelo exercício da crítica da razão, separando, distinguindo o domínio dentro do qual a razão pode ser exercida daquele em que ela delira a cada vez que pretende conhecer o absoluto, aquilo que tem sua razão de ser em si mesmo e a que não corresponde nada de sensível. Pertencendo à ordem de um ato de espírito que duvida antes de afirmar, a crítica pertence, então, à ordem da liberdade de espírito.
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